e depois das Vinte Mil Léguas Submarinas?

Faz tempo que não posto aqui. Queria ter histórias engraçadas para contar ou textos bonitos para citar, mas infelizmente, não tenho. Por isso, vou falar das férias, né 😉

O principal é que eu finalmente terminei de Ler O Código da Vinci. Reli It Girl 1, li It Girl 2 e estou louca pelo terceiro livro. Li Olhos Vendados – muito perfeito por sinal – e estou lendo Vinte Mil léguas Submarinas.
Sabem na quarta série, quando o professor passa a leitura de um livro e que a gente simpelsmente lê o resumo na net e responde ao questionário? Então, foi isso o que eu fiz KKK  Por isso decidi ler o livro agora. E cara, na quarta série eu nunca que iria entender aquelas classificações de molusculos bivalves etc.

Sábado vai ser a entrega do boletim, vai ser também uma das provas do Enem. E eu não estudei – novidade! -. Mas e depois disso? Talvez eu vá para Natal e leia outros livros pendentes. Como o post vai ficar grande, vou parar de escrever :B  Ah, só queria indicar uma cantora muito foads, a Sheryl Crow. É isso, beijos pra vocês :*


Tenha piedade dos corações pequenos. Das mentes paralisadas. Dos olhos agressivos e da alma perturbada. As teorias sempre viram clichê em determinados momentos. Então por que não evitá-las? A verdade está lá em cima. O ser humano sempre é capaz, apesar de ejoadar de quase todas as infinitivas possibilidades. O ser humano sempre consegue. Mesmo que seja magoar alguém, matar alguém, fazer alguém sorrir, mentir, chorar; ele consegue de alguma forma fazer alguma coisa. As teorias são esquecidas. As teorias não servem de nada. O essencial é observar. Observando, terás a resposta. Só observar. Palavras são desprezíveis.
Tenha piedade, Lorde. Tenha.

Tenha piedade dos corações pequenos. Das mentes paralisadas. Dos olhos agressivos e da alma perturbada. As teorias sempre viram clichê em determinados momentos. Então por que não evitá-las? A verdade está lá em cima. O ser humano sempre é capaz, apesar de enjoar de quase todas as infinitivas possibilidades. O ser humano sempre consegue. Mesmo que seja magoar alguém, matar alguém, fazer alguém sorrir, mentir, chorar; ele consegue de alguma forma fazer alguma coisa. As teorias são esquecidas. As teorias não servem de nada. O essencial é observar. Observando, terás a resposta. Só observar. Palavras são desprezíveis.

Tenha piedade, Lorde. Tenha.

Sociedade dos poetas mortos

Oh captain! My captain! – Walt Whitman

Oh capitão! Meu capitão! nossa viagem medonha terminou;
O barco venceu todas as tormentas, o prêmio que perseguimos foi ganho;
O porto está próximo, ouço os sinos, o povo todo exulta,
Enquanto seguem com o olhar a quilha firme, o barco raivoso e audaz.

Mas oh coração! coração! coração!
Oh gotas sangrentas de vermelho,
No tombadilho onde jaz meu capitão,
Caído, frio, morto.

Oh capitão! Meu capitão! erga-se e ouça os sinos;
Levante-se – por você a bandeira dança – por você tocam os clarins;
Por você buquês e fitas em grinaldas – por você a multidão na praia;
Por você eles clamam, a reverente multidão de faces ansiosas:

Aqui capitão! pai querido!
Este braço sob sua cabeça;
É algum sonho que no tombadilho
Você esteja caído, frio e morto.

Meu capitão não responde, seus lábios estão pálidos e silenciosos
Meu pai não sente meu braço, ele não tem pulsação ou vontade;
O barco está ancorado com segurança e inteiro, sua viagem finda, acabada;
De uma horrível travessia o vitorioso barco retorna com o almejado prêmio:

Exulta, oh praia, e toquem, oh sinos!
Mas eu com passos desolados,
Ando pelo tombadilho onde jaz meu capitão,
caído, frio, morto.

Esse poema de Whitman ficou conhecido principalmente  através do filme Sociedade dos poetas mortos. Foi escrito após o assassinato de Abraham Lincoln, presidente dos EUA, para o mesmo. O navio o qual Whitman fala, representa a guerra civil que ocorreu no governo de Lincoln.
Porque eu resolvi abordar esse tema, não sei bem ao certo. Achei interessante o poema e, como estou um tanto inspirada com a ideia que o filme passa, pensei que seria bom falar um pouco sobre isso, ou ao menos expor algo. E ai está, espero que gostem e Carpe diem!

Carpe Diem, colha o dia, aproveite o momento, não tema o futuro
carpediemDani

Feriadow

1. 100 questões de matemática (log/exp)

2. (milhares) Questões de física para quarta.

3. Trabalho de geografia para terça.

4. Barões do Café para quinta (Ainda não li nenhuma página ahá)

5. Atividade de história para sexta.

6. Ler “Eles não são anjos como eu”.

7. Gravação de um filme (WOW vai ser tenso)

8. Pagar a SECOCI.

Oi gentalha. Mms.

Nothing

Ás vezes só é necessário uma corda, mas tem que ser a corda certa. Aquela que te puxe até a realidade. Outras vezes apenas um degrau mostra a saída da escuridão, da mentira e da farsa. Quando esse tal degrau está fora de seu alcance, ou até mesmo você caia dele; é necessário mentir. Dizer que passou por ele mesmo não sendo verdade. As linhas que separam a mentira da realidade são quase inexistentes, a primeira coisa da lista é tentar trapacear o seu subconsciente. Sentimentos é a força que move o mundo. O que seria do amor sem o ódio?

As oscilações de seu ciclo de vida falsificado parecem não ter fim. Até que chega o momento onde tudo dá um “stop”. Irrelevante. Parar não é a melhor saída, você só vai sofrer mais, só vai desidratar mais ainda o seu corpo. Vai sentir em suas veias o fogo em contato com seu sangue como se ele fosse te arrebentar. Seu egoísmo te ataca e vem aquela famosa frase de conforto “a morte é o melhor remédio”. Escrever essas palavras inúteis também não resolve. Então é melhor não tentar. Me sinto como se tivesse sido três pessoas diferentes todo esse tempo. Burra. Idiota. Cega. É um grande tripé, não acha? Um move o outro. E é assim que funcionam as leis naturais. Francamente, porque eu ainda não achei esse degrau? Mentir estar se tornando monótono pra mim. Viver está sendo apenas… Necessário. E como me disseram hoje “você está sendo imatura” me fez pensar em algo mais racional, algo menos egoísta. Algo menos “imaturo”. Mas está sendo árduo. Porque eu não sou assim. Eu ajo por impulso. Minha avaliação psicológica ressalta o meu egoísmo. HAHA. Como seu eu não soubesse de sua existência. A conclusão é que; eu não estou sendo imatura. Estou fazendo – desta vez – o que é melhor pra mim. O que é melhor para o meu “Ciclo de vida”. Pelo menos é o que eu acho. É o que eu sinto. E esse é apenas mais um texto bizzarro de minhas crises bipolares. É só mais um texto “emo” como costumavam dizer. Não interpretem sentimentos presentes neles. Sentimentos são muito mais que palavras. Até porque eu não sinto textos.

Oi gente. Tirando as teias daqui. Kiss, iloveuguys. Mms.

this moment

This is the first time that you don’t believe me
and now, it is the first time that the people ask to me
what should I be?
And when you left me, I saw your crying eyes
I try to look for the answers, but you don’t want that
you talked me about the trees, and how much the leaves are green
and I told you in this place, that I want to stay here forever
Your smile make the day more brilliant
the sun are greeting us on that moment
so I love you today, but you don’t agree
Those words turned me a split wall
I want to break her, but I can’t
I love you today, because I’m not sure about tomorrow
Nobody is
Did you really want to leave me?
(Meu inglês é terrível; minha tentativa frustrante de escrever uma música não deu muito certo. Mas eu tentei. Então se tiver algum erro please help me Lianne!) Monick

Dia de Insônia

Antes de tudo, só queria pedir desculpas a Cezimar, Dani e Guilherme por ter sido grossa hoje. E até, Monick também, mas, não especificamente por hoje, mas pelas coisas que eu deixei de notar.
Quando me perguntaram “Lianne, o que foi?” e eu simplesmente disse “Não é nada!” não pensem que é porque eu não quero contar ou não confio em vocês, é só porque eu também não sei o porquê. Eu acho que algumas pessoas pensam que eu não ligo muito para o que ocorre em minha volta, mas é porque eu vou guardando tudo. Guardo algumas discussões, alguns gestos, algumas palavras, uma saudade, algumas feridas. E essas pequenas coisas, um dia não vão ter mais onde colocar, e é nessa hora que nunca se sabe o que vai acontecer. Quando eu relevo tais coisas, não significa que eu as tenha esquecido ou as achado banais, talvez, elas estejam somente sendo guardadas inconscientemente. Acho que esse post foi mais um desabafo, meio meloso, mas… é exatamente isso que eu queria dizer. Beijo. Lianne